Foi em uma noite em que não conseguia dormir,
Meu peito ainda me sufocava.
Nada pareceu importar por muito tempo, assim como sentido já não havia mais.
Nunca precisei contar sobre estas dores, nunca precisei descrevê-las, nunca quis ter um buraco no meio do peito.
Sem pensar em ferir, forçou amizade mesmo quando a amizade não me valia.
Não suportou meu silêncio, mesmo quando quis gritar e calei.
Enlouqueceu todas as vezes que meu olhar não alcançava o seu,
E questionou por que não se via mais lá.
Perguntas feitas e respondidas.
Despediu-se em silêncio e voltou como se nada tivesse acontecido.
– Onde troco meia dúzia de lembranças por uma boa dose de esquecimento?
Andei lendo versos desencontrados,
Palavras escritas quando um pouco de sentimento aflora,
Estrofes destruídas numa leitura turva e sem voz
Sem sequer pensar um pouco mais, sem sequer perder um pouco mais de tempo.
Escrevo pra valer por nós, pra valer pelo tempo e que assim se mantenha.
Intacto.
Afinal, tenho esperado tantas coisas pra enfatizar…
Declaro uma pausa nos assuntos de relacionamento!
Falar de dores e amores soa tão banal.
Concedo-lhe esta rodada para afirmar me conhecer realmente.
Mova suas peças com cuidado, jogo melhor xadrez.
Xeque-mate.
4 responses to “Mãos limpas”
Leandro Bertolino
21 de outubro de 2010 às 23:53
Only one comment:
Finish HIM!!
Fatality!!
GIS WINS!!!
hahahahahahaha
bjs
ricardo queiroz
5 de novembro de 2010 às 16:57
rsrsrs. essa foi foda. . . .
abraz
Jenny Medeiros
20 de janeiro de 2011 às 15:36
Nossa heim …
Parabéns,,,
Adorei o Blog… muito legal!
bjs
Davi Moraes
17 de maio de 2011 às 12:17
Uou… Muito legal.
Sua facul de comunicação está surtindo efeito e seus textos, que já eram bons (vide o post sobre Stand by me), estão sendo muito bem escritos.
Rola até uma identificação com sua palavras.
Parabéns!