Kick Ass – I can´t fly, but I can kick your ass
Uou Uou Uou!!!
Eu tenho que deixar postada a minha enorme satisfação em mais uma vez ver um HQ se tornando um bom filme!!!
Kick Ass – Quebrando tudo é um filme sobre um carinha nerd, daqueles sem “sex appeal” algum (como todo bom nerd que se preze) e sem nenhum tipo de músculos ou coordenação motora aparente, que num belo dia resolve ser super-herói. E pessoal, como vídeos mal gravados podem dar uma puta reviravolta… rs
Eu ainda não li o gibi encardenado muito louco que a editora carcamana enfiou a faca, mas sei onde encontro uma fonte segura para ler.
O filme retrata bem os nossos “sonhos juvenis” – como vestir a roupa do seu super-herói favorito e sair dando pancada por aí – e também retrata BEM o que realmente aconteceria se o fizéssemos, o que deixa o filme muito cômico mesmo! Fora que, pra quem assistiu SuperBad com aquele supermegafoda esquisito do McLovin (que nome é esse???), eis que ele surge novamente para dar o ar da sua graça como Red Mist (um mais bizarro que o outro acreditem).
Lutas boas, algumas massa-véi ao extremo, e pra quem curte um bom massa-véi como eu, vai curtir este filme sim, e neste quesito eu fico com a Hit Girl, menina do caráleo.
Não assisti no cinema galera, e me arrependo, o filme não ficou muito tempo em cartaz – lembrando da menina do guichê do cinema dizendo “eu assisti” quando questionada se o filme ainda estava em cartaz, e não estava mais ¬¬*** – mas é um filme que vai com toda certeza pro meu armário, recomendo.
Mas deixo uma crítica negativa, marketing e divulgação dormiram neste filme.
Termino este post da melhor maneira possível, vai aí um pouco do que aquela cabeça maldita do Millar consegue pensar:
“Sempre me perguntei por que ninguém nunca tentou.
Tipo, com tanto filme e seriado baseado em gibi, é de se pensar que pelo menos um carinha mais excêntrico teria feito uma fantasia.
Será que o cotidiano é tão divertido?
Colégios e escritórios são tão empolgantes que eu sou o único que sonho com isso?
Qualé… Fala sério.
Todo mundo já quis ser super-herói”.
[por Mark Millar]
FO-DA




